PiMeNtALeS e A LeItOrA

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quarta-feira, 10 de junho de 2009


Entra lá, girls.
Beijos e até breve

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Sábado tem!!!!


Vocês já sabem como é!
Deixa o nome aqui para concorrer.
Beijos

terça-feira, 12 de maio de 2009

Uh Huh Her



Uh Huh Her, uma banda de lascar o cano.
Sabe a Leisha Hailey? Atriz que interpreta a Alice no seriado The l word?
Pois é. Ela faz parte da banda.
LEISHA HAILEY - Vocals / Guitar
CAMILA GREY - Vocals / Synth / Bass / Guitar

Falando nisso, quem não conhece o seriado pode começar a baixar pra assistir. Uma trama lésbica perfeita e viciante.




Aproveita para votar na caixinha aí ao lado para a banda vir tocar no Brasil.


Beijoos

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Masturbação


Esse é um assunto muito legal de tratar, porque existem algumas restrições e mal-entendidos em relação a ele e é sempre bom esclarecer e entender as coisas.
Imaginem aí fazer amor/sexo com uma percepção de prazer mais aguçada! Eita nois!
Mas vamos lá.


Começando do começo, masturbar-se é dar prazer ao próprio corpo. Isso pode ser feito de diversas maneiras e vai depender de cada uma. Há aquelas que preferem usar a mão, aquelas que pressionam a perna, forçando e estimulando o clitóris, aquelas que usam o jato de água do chuveirinho do banheiro ou até do bidê, aquelas que preferem os objetos, que variam de travesseiro à vibrador, enfim... Maneiras não faltam. O que falta é uma dose de esclarecimento.
Masturbação não é coisa de mulher mal-amada, tarada ou sei lá o quê, ao contrário do que se pensa ou do que se pode pensar. Trata-se de autoconhecimento. É gostoso e prazeroso.
Lááá na infância, nos tocamos pela sensação diferente e agradável que obtemos com isso. É uma coisa super normal, mas a restrição dos adultos (“Isso é feio, menina!”, “Não pode fazer isso. É errado!”) pode deixar a gente com pensamentos equivocados, além de interromper uma descoberta natural. Na verdade verdadeira, essa não é uma prática pecaminosa, errada ou vergonhosa. Muito pelo contrário. Durante a infância e a adolescência, a masturbação é necessária para o amadurecimento físico e emocional. Na fase adulta, é importante para conhecer a própria intimidade.


Com essa prática você pode se conhecer, além de conhecer o seu corpo e a forma como ele reage a cada toque. A masturbação prepara a pessoa para o ato sexual. Acende. Ajuda a manter o equilíbrio emocional. Libera a energia sexual, o que é ótimo, especialmente quando se está solteira, por exemplo. Alimenta a libido e estimula a imaginação, o desejo. Mas isso tudo não vem para fortalecer o mito de que se masturbar vicia. Fazer sexo acompanhada é muito mais gostoso. Estamos falando, aqui, de propósitos que vão além.


Então é isso...


Quando sentir vontade, parta para o descobrimento, para a observação, para o toque, para o estímulo. Nesse caminho, você pode encontrar muita coisa, inclusive o ponto G.

terça-feira, 21 de abril de 2009

Conto 6 (continuação)


Enquanto nos beijávamos, tratei de tirar a camiseta que ela acabara de vestir. Toquei seus seios, suas costas e senti o cheiro da sua pele - muito gostoso por sinal. Já estávamos extremamente excitadas... Eu não sabia se tirava sua calcinha ou se arrancava de qualquer jeito. Na dúvida, comecei a acariciar sua barriga e descer minha mão com cuidado até que as pontas dos meus dedos invadissem a sua calcinha. Fiz isso várias vezes até que ela, percebendo a minha “timidez”, puxou minha mão e colocou diretamente no ponto que eu tanto queria. Senti meus dedos escorregarem e ficarem completamente molhados.

Ela rebolava devagar na minha mão, e eu delirava embaixo daquele corpo delicioso. Pouco depois de começar a fazer mais rápido e mais forte, pude sentir seu orgasmo. Claro que eu adorei a sensação, mas não pude evitar aquela pontinha de decepção. Não esperava que fosse assim... tão rápido.

É, mas, ainda bem, eu me enganei... ela tirou minha mão de dentro da sua calcinha. “Agora é sua vez”, falou num tom malicioso. Veio com tudo em cima de mim, beijou minha boca, pescoço, seios, barriga e foi descendo cada vez mais. Senti sua língua no meu umbigo e desejei que estivesse em outro lugar. Não demorou muito para que ela adivinhasse meu pensamento e tirasse minha calça e calcinha, tudo junto, de uma vez só. Passou a língua no meu corpo todo e começou a me chupar deliciosamente. Segurei sua cabeça – não pude conter - e ela me chupava cada vez mais forte, me deixando a ponto de gozar na sua boca. Percebendo isso, ela começou a fazer movimentos mais lentos, estrategicamente sincronizados, que me faziam delirar. Passava a língua toda, devagar, sugava um pouco e voltava a passar só a pontinha, como quem faz, maliciosamente, uma bondade prazerosa. Fiquei louca demais para conseguir descrever aquela sensação. Tentei tirá-la dali, puxando-a pelos braços para cima de mim, mas ela estava decidida a não sair de dentro das minhas pernas. “Vou fazer você gozar”... e fez. Fechei meus olhos e senti uma onda invadir o meu corpo.

Finalmente, consegui trazê-la para perto de mim para sentir seu corpo suado, seu corpo que acabara de inspirar desejo e transpirar prazer. Ficamos ali paradas, deitadas uma de frente para outra, nos conhecendo com os olhos e com a ponta dos dedos.

Beijei sua boca e acabei adormecendo...

Quando acordei, olhei para o lado e ela já não estava mais lá. Na cômoda só um bilhete dizendo:

Adorei te conhecer.
Um beijo.
*A.

terça-feira, 14 de abril de 2009

Casamento Gay



Lááá nos primórdios da humanidade, a união homossexual era permitida.

A gente sabe que ocorria na Europa, nas sociedades grega e romana (inclusive, Alexandre tinha um grande), mas existia até em comunidades cristãs, sendo uma forma de sacramento chamado Adelphoiesis (do grego, feito irmãos) ou, em português, "Ô nome feio da peste, irmão" (não, gente, é resenha, tá?).

Lá em 1900 e antigamente, a união gay era permitida também na China e em tribos africanas.



HoOojee o casamento gay...

É permitido em alguns países (Holanda, Bélgica, Espanha, Canadá, África do Sul, Noruega e Suécia).
É permitido em alguns Estados americanos (Massachusetts, Connecticut, Iowa e Vermont).
Em Israel e no Japão é reconhecido, quando já foi feito no estrangeiro.
Está em discussão em Aruba, Austrália, Áustria, China, Estônia, França, Irlanda, Letônia, Lituânia, Nova Zelândia, Portugal, Romênia, Taiwan, Estados Unidos.



A Califórnia (EUA) reconheceu temporariamente o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo, onde Phyllis Lyon e Del Martin (foto) se casaram depois de 55 anos de união.

No Brasil...

Foi protocolado o projeto de lei nº 4914/2009, de autoria do Dep. José Genoíno (PT-SP), que propõe União Estável entre pessoas do mesmo sexo.
Agora, a proposição está sujeita à apreciação conclusiva pelas comissões, ou seja, bláh!
Não é a primeira vez que acontece um "bláh", em relação a isso, aqui.

- Por qual motivo, razão ou circunstância o casamento homossexual não é permitido em qualquer lugar do mundo?

- Por qual motivo, razão ou circunstância ainda existe preconceito com relação a sexualidade?

Tudo que se situa fora dos estereótipos resta por ser rotulado de "anormal", ou seja, fora da normalidade, o que não se encaixa nos padrões.
A sociedade tem valores culturais dominantes em cada época e um sistema de exclusões muitas vezes baseado em preconceitos fdp's.


- Por qual motivo, razão ou circunstância isso está errado?

Sendo a homossexualidade uma característica inata, integrando a própria estrutura biológica da pessoa, o não-reconhecimento de sua condição e a falta de atribuição de direitos constituem, certamente, uma maneira de impedir a liberdade, verdadeira forma de opressão.


Se duas pessoas passam a ter vida em comum, cumprindo os deveres de assistência mútua, em um convívio estável, caracterizado pelo amor e respeito recíproco, com o objetivo de construir um lar, é inquestionável que esse vínculo fofinho, independentemente do sexo de seus participantes, gera direitos e obrigações que não podem ficar à margem da lei.
O estigma do preconceito não pode permitir que a homossexualidade não se sujeite a efeitos jurídicos.

Finalizando...




Não se pode ceder no conflito entre a vontade de ser justo e o medo de sê-lo.
E uma sociedade que se quer aberta, justa, livre, pluralista, solidária, fraterna e democrática, lançada no novo milênio, não pode conviver com tão cruel discriminação.

Aqui tem um artigo muuuito legal, que fez parte da referência bibliográfica desse post. Vale a pena ler. Larguem de preguiça!




quinta-feira, 5 de março de 2009

Sorteio Assediu's



Deixe seu nome e concorra a um ingresso.
Em breve novas postagens.
Beijos

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