
Lááá nos primórdios da humanidade, a união homossexual era permitida.
A gente sabe que ocorria na Europa, nas sociedades grega e romana (inclusive, Alexandre tinha um grande), mas existia até em comunidades cristãs, sendo uma forma de sacramento chamado Adelphoiesis (do grego, feito irmãos) ou, em português, "Ô nome feio da peste, irmão" (não, gente, é resenha, tá?).
Lá em 1900 e antigamente, a união gay era permitida também na China e em tribos africanas.

HoOojee o casamento gay...
É permitido em alguns países (Holanda, Bélgica, Espanha, Canadá, África do Sul, Noruega e Suécia).
É permitido em alguns Estados americanos (Massachusetts, Connecticut, Iowa e Vermont).
Em Israel e no Japão é reconhecido, quando já foi feito no estrangeiro.
Está em discussão em Aruba, Austrália, Áustria, China, Estônia, França, Irlanda, Letônia, Lituânia, Nova Zelândia, Portugal, Romênia, Taiwan, Estados Unidos.

A Califórnia (EUA) reconheceu temporariamente o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo, onde Phyllis Lyon e Del Martin (foto) se casaram depois de 55 anos de união.
No Brasil...
Foi protocolado o projeto de lei nº 4914/2009, de autoria do Dep. José Genoíno (PT-SP), que propõe União Estável entre pessoas do mesmo sexo.
Agora, a proposição está sujeita à apreciação conclusiva pelas comissões, ou seja, bláh!
Não é a primeira vez que acontece um "bláh", em relação a isso, aqui.
- Por qual motivo, razão ou circunstância o casamento homossexual não é permitido em qualquer lugar do mundo?
- Por qual motivo, razão ou circunstância ainda existe preconceito com relação a sexualidade?
Tudo que se situa fora dos estereótipos resta por ser rotulado de "anormal", ou seja, fora da normalidade, o que não se encaixa nos padrões.
A sociedade tem valores culturais dominantes em cada época e um sistema de exclusões muitas vezes baseado em preconceitos fdp's.
- Por qual motivo, razão ou circunstância isso está errado?
Sendo a homossexualidade uma característica inata, integrando a própria estrutura biológica da pessoa, o não-reconhecimento de sua condição e a falta de atribuição de direitos constituem, certamente, uma maneira de impedir a liberdade, verdadeira forma de opressão.
Se duas pessoas passam a ter vida em comum, cumprindo os deveres de assistência mútua, em um convívio estável, caracterizado pelo amor e respeito recíproco, com o objetivo de construir um lar, é inquestionável que esse vínculo fofinho, independentemente do sexo de seus participantes, gera direitos e obrigações que não podem ficar à margem da lei.
O estigma do preconceito não pode permitir que a homossexualidade não se sujeite a efeitos jurídicos.
Finalizando...
Não se pode ceder no conflito entre a vontade de ser justo e o medo de sê-lo.
E uma sociedade que se quer aberta, justa, livre, pluralista, solidária, fraterna e democrática, lançada no novo milênio, não pode conviver com tão cruel discriminação.
Aqui tem um artigo muuuito legal, que fez parte da referência bibliográfica desse post. Vale a pena ler. Larguem de preguiça!